Eu sou a máquina
o moinho gerador
energia térmica
forno à paixão
Suor descendo entre as calhas
lubrificando os engenhos
ofegante força pneumática
sem compasso, pouco tenho
Ou a lenha me alimenta
estalando, é fogueira
é poeira, é cinzenta
é finada a motriz
E o mecânico que
de nada me adianta
que só brada:
"se alevanta! se alevanta!"
e desligo por motivos vis
20/11/2008
Arthur Vital
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